Greve da Urbam chega ao segundo dia em São José dos Campos
11/06/2026
(Foto: Reprodução) Trabalhadores da Urbam, em São José, aprovam greve
A greve dos funcionários da Urbam chegou ao segundo dia nesta quinta-feira (11) em São José dos Campos, após trabalhadores e empresa não chegarem a um acordo sobre reajuste de benefícios.
Segundo o sindicato que representa a categoria, a principal reivindicação é o reajuste do vale-refeição de R$ 27 para R$ 33. O grupo também pede assistência médica sem coparticipação para empregados com salários de até R$ 5 mil, além de questões relacionadas ao pagamento de adicionais trabalhistas, como insalubridade.
De acordo com o sindicato, os serviços considerados essenciais, como a coleta de lixo, devem continuar funcionando de forma reduzida. Já atividades como limpeza urbana e obras podem ser mais afetadas com a continuidade da paralisação.
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A categoria já havia realizado outra greve neste ano pelo mesmo motivo, após impasse em negociações salariais e de benefícios.
Em nota, a Urbam informou que apresentou proposta de reajuste salarial e aumento no vale-refeição, mas que o sindicato não aceitou os termos. A empresa afirma ainda que segue aberta ao diálogo e que mantém o compromisso com a continuidade dos serviços essenciais prestados à população - leia mais abaixo.
Greve da Urbam chega ao segundo dia em São José dos Campos
Reprodução/TV Vanguarda
Leia nota da Urbam na íntegra:
"A Urbam esclarece que o movimento conduzido pelo SEAAC registra uma adesão reduzida, alcançando cerca de 200 funcionários em uma totalidade mais de 4.100 trabalhadores da empresa. Esses números evidenciam que a atual condução do sindicato não representa o sentimento nem os interesses da ampla maioria dos colaboradores, que optaram por manter suas atividades regulares em respeito à cidade e à empresa.
Durante a audiência de mediação realizada nesta terça-feira (9) no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, a Urbam reiterou sua postura de diálogo ao apresentar uma proposta de aumento no salário e no vale-refeição que contemplava as requisições feitas pelo próprio sindicato. Diante da recusa da entidade em aceitar os termos que atendiam às suas próprias demandas, o dissídio coletivo seguirá seu curso regular para julgamento no Tribunal, enquanto a Urbanizadora Municipal reafirma seu compromisso com os colaboradores, com a responsabilidade na gestão dos recursos públicos e com a manutenção dos serviços essenciais prestados à população de São José dos Campos."
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